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	<title>Comentários em: Re: Para o Vasco Campilho</title>
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	<description>um blog em nome próprio</description>
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		<title>Por: cinco dias &#187; Tentativa de resposta</title>
		<link>http://vascocampilho.wordpress.com/2008/09/24/re-para-o-vasco-campilho/#comment-196</link>
		<dc:creator>cinco dias &#187; Tentativa de resposta</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 13:01:37 +0000</pubDate>
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		<description>[...] de resposta 25 Setembro 2008 &#124; por João Galamba  Por isso eu continuo a perguntar: neste mundo cão onde o dinheiro não nasce nas árvores nem na boca dos políticos, qual a melhor [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] de resposta 25 Setembro 2008 | por João Galamba  Por isso eu continuo a perguntar: neste mundo cão onde o dinheiro não nasce nas árvores nem na boca dos políticos, qual a melhor [...]</p>
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		<title>Por: Arrastão: Campilho Express</title>
		<link>http://vascocampilho.wordpress.com/2008/09/24/re-para-o-vasco-campilho/#comment-191</link>
		<dc:creator>Arrastão: Campilho Express</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 22:04:20 +0000</pubDate>
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		<description>[...] não é uma “genial” invenção “pós-moderna” do Pedro Sales, nem constitui uma autêntica revolução copérnica para a ciência monetária, sendo até um dos alicerces de todo o sistema financeiro. A boa é que são “concepções” [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] não é uma “genial” invenção “pós-moderna” do Pedro Sales, nem constitui uma autêntica revolução copérnica para a ciência monetária, sendo até um dos alicerces de todo o sistema financeiro. A boa é que são “concepções” [...]</p>
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		<title>Por: vascocampilho</title>
		<link>http://vascocampilho.wordpress.com/2008/09/24/re-para-o-vasco-campilho/#comment-189</link>
		<dc:creator>vascocampilho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 20:39:48 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Pedro, conjugando os nossos palpites, acho que concordamos em afastar os valores salvíficos da discussão sobre o futuro das pensões de reforma. Estamos a progredir, pelos vistos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Pedro, conjugando os nossos palpites, acho que concordamos em afastar os valores salvíficos da discussão sobre o futuro das pensões de reforma. Estamos a progredir, pelos vistos.</p>
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		<title>Por: pedro sales</title>
		<link>http://vascocampilho.wordpress.com/2008/09/24/re-para-o-vasco-campilho/#comment-188</link>
		<dc:creator>pedro sales</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 19:25:46 +0000</pubDate>
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		<description>Tenho outro palpite. Brandir o valor salvífico das promessas de empresas como a AIG talvez não seja a melhor solução.No fim de contas, o garante é sempre o Estado, essa entidade que não é de bem mas paga as contas da AIG...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho outro palpite. Brandir o valor salvífico das promessas de empresas como a AIG talvez não seja a melhor solução.No fim de contas, o garante é sempre o Estado, essa entidade que não é de bem mas paga as contas da AIG&#8230;</p>
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		<title>Por: vascocampilho</title>
		<link>http://vascocampilho.wordpress.com/2008/09/24/re-para-o-vasco-campilho/#comment-187</link>
		<dc:creator>vascocampilho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 14:47:32 +0000</pubDate>
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		<description>Caro João,

ter-me-ei precipitado? Admitamos que sim. Admitamos que o Pedro Sales não quis dizer que o dinheiro da Segurança Social &quot;existe&quot; num sentido literal (diferente de sentido material, obviamente). O que ele terá querido dizer então foi qualquer coisa como “há uma promessa de que o dinheiro venha a existir no momento em que é devido ao pensionista”.

Se assim for, com muita pena minha concederei que afinal o Pedro Sales não é um génio. Será tão-somente mais um blogger que na ânsia do taco-a-taco com o João Miranda, acabou por dar um passo em falso (acontece aos melhores – até a mim, que me terei precipitado a tomá-lo por um génio). 

É que se admitirmos que a promessa politicamente garantida do Estado não cria dinheiro hic et nunc, temos de considerar que de facto esse dinheiro não existe. Pode vir a existir, mas não existe.

E se o dinheiro não existe, subsiste a questão: qual a melhor forma de garantir que todos têm direito a receber pensões decentes depois de uma vida de trabalho? Um palpite: brandir o valor salvífico de promessas políticas talvez não seja a melhor solução.

Um abraço,

Vasco Campilho</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João,</p>
<p>ter-me-ei precipitado? Admitamos que sim. Admitamos que o Pedro Sales não quis dizer que o dinheiro da Segurança Social &#8220;existe&#8221; num sentido literal (diferente de sentido material, obviamente). O que ele terá querido dizer então foi qualquer coisa como “há uma promessa de que o dinheiro venha a existir no momento em que é devido ao pensionista”.</p>
<p>Se assim for, com muita pena minha concederei que afinal o Pedro Sales não é um génio. Será tão-somente mais um blogger que na ânsia do taco-a-taco com o João Miranda, acabou por dar um passo em falso (acontece aos melhores – até a mim, que me terei precipitado a tomá-lo por um génio). </p>
<p>É que se admitirmos que a promessa politicamente garantida do Estado não cria dinheiro hic et nunc, temos de considerar que de facto esse dinheiro não existe. Pode vir a existir, mas não existe.</p>
<p>E se o dinheiro não existe, subsiste a questão: qual a melhor forma de garantir que todos têm direito a receber pensões decentes depois de uma vida de trabalho? Um palpite: brandir o valor salvífico de promessas políticas talvez não seja a melhor solução.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Vasco Campilho</p>
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	<item>
		<title>Por: joao galamba</title>
		<link>http://vascocampilho.wordpress.com/2008/09/24/re-para-o-vasco-campilho/#comment-185</link>
		<dc:creator>joao galamba</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 10:10:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://vascocampilho.wordpress.com/?p=907#comment-185</guid>
		<description>Vasco,

O dinheiro dos seus depósitos também não existe no sentido de &#039;existir&#039; que lhe quer dar. Mesmo as garantias são promessas. O Juro, como preço intertemporal do dinheiro, antecipa o futuro. Os mecanismos de &#039;promessa&#039; de bancos e do Estado têm naturezas distintas, mas temporalmente são ambos promessas. Não há aqui nenhuma revolução copernicana, mas apenas uma precipitação sua. Custa-lhe assim tanto reconhecer que se enganou? Havia outros formas de criticar o que o Pedro Sales escreveu, mas não a que o Vasco escolheu.

Cumprimentos,
Joao Galamba</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vasco,</p>
<p>O dinheiro dos seus depósitos também não existe no sentido de &#8216;existir&#8217; que lhe quer dar. Mesmo as garantias são promessas. O Juro, como preço intertemporal do dinheiro, antecipa o futuro. Os mecanismos de &#8216;promessa&#8217; de bancos e do Estado têm naturezas distintas, mas temporalmente são ambos promessas. Não há aqui nenhuma revolução copernicana, mas apenas uma precipitação sua. Custa-lhe assim tanto reconhecer que se enganou? Havia outros formas de criticar o que o Pedro Sales escreveu, mas não a que o Vasco escolheu.</p>
<p>Cumprimentos,<br />
Joao Galamba</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: vascocampilho</title>
		<link>http://vascocampilho.wordpress.com/2008/09/24/re-para-o-vasco-campilho/#comment-184</link>
		<dc:creator>vascocampilho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 09:41:24 +0000</pubDate>
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		<description>Bang bang, claro que o que o Pedro Sales diz é óbvio. É, aliás, um verdadeiro ovo de colombo. O génio está justamente nas coisas simples.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bang bang, claro que o que o Pedro Sales diz é óbvio. É, aliás, um verdadeiro ovo de colombo. O génio está justamente nas coisas simples.</p>
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	<item>
		<title>Por: Bang Bang</title>
		<link>http://vascocampilho.wordpress.com/2008/09/24/re-para-o-vasco-campilho/#comment-183</link>
		<dc:creator>Bang Bang</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 09:35:08 +0000</pubDate>
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		<description>Errata: O que o Pedro Sales diz é demasiado óbvio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Errata: O que o Pedro Sales diz é demasiado óbvio.</p>
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	<item>
		<title>Por: Bang Bang</title>
		<link>http://vascocampilho.wordpress.com/2008/09/24/re-para-o-vasco-campilho/#comment-182</link>
		<dc:creator>Bang Bang</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 09:32:58 +0000</pubDate>
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		<description>O que o Pedro Sales é demasiado óbvio. O Vasco fugiu da questão e refugiou-se na ironia, por sinal fracota. Vou-lhe contar um segredo, caro Vasco: quando deixarem de nascer bebes o mundo acaba ( para  a raça humana e não só!)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que o Pedro Sales é demasiado óbvio. O Vasco fugiu da questão e refugiou-se na ironia, por sinal fracota. Vou-lhe contar um segredo, caro Vasco: quando deixarem de nascer bebes o mundo acaba ( para  a raça humana e não só!)</p>
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