O ministro [José António Pinto Ribeiro] frisou que “a tarefa dos agentes culturais passa por qualificar os investidores, fazendo-os compreender que o negócio é credível e pode ser rentável”.
É ao contrário: o que os agentes culturais precisam é de fazer os investidores compreender que o negócio é rentável e pode ser credível.
24 Julho, 2008 at 10:45 am
É duas vezes ao contrário: o “verdadeiro agente cultural” (que deveria ser o sr. ministro) é que deve ter essa tarefa. Pagamos-lhe para quê, se não para isso? Haja pachorra…